segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Maria Isabel Mendonça Soares na EBI


Esta escritora deslocar-se-á brevemente à nossa escola, para se encontrar com alunos do 1º e 2º ciclos, no âmbito do PNL.


A data deste encontro ainda não está confirmada, aguarda-se uma resposta da escritora para este período lectivo.


Cremos que será mais um encontro do agrado das nossas crianças e que daqui resulte mais um incentivo à leitura e à escrita deste público alvo.

António Torrado na EBI

Brevemente, mais precisamente a 4 de Março de 2009, quarta-feira, teremos o prazer de receber, carinhosamente, António Torrado, num encontro PNL, a decorrer na Biblioteca da nossa escola com os meninos do 6º Ano.

Deste encontro resultará uma conversa educativa-formativa, com o referido escritor, sobre a literatura infanto-juvenil, deste autor e não só, bem como algumas dicas para escrever um conto à sua maneira, aproveitando os ingredientes do autor e, ainda, a inspiração dos nossos alunos, numa combinação tão perfeita e ambiciosa quanto possível.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Almeida Garrett

João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett, nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799 e morreu em Lisboa a 9 de Dezembro de 1854. Escritor e dramaturgo consagrado da época romântica do século XIX, a quem agradecemos o esforço na edificação do Teatro D. Maria II.

Garrett passou a adolescência na ilha Terceira, pois para lá teve de se deslocar com a famíla por causa das invasões francesas.

Em 1816, tendo regressado a Portugal, inscreveu-se na Universidade de Direito, em Coimbra, tendo sido aí que entrou em contacto com os ideais liberais, que lhe valeram de novo novas retiradas do país, um pouco mais tardeEm 1818, por lhe ser atribuída a alcu nha de "o bacorinho" começa a usar o apelido de Almeida Garrett, proveniente de uma avó sua, assim como toda a sua família.Participa activamente na revolução de 1820, de que parece ter tido conhecimento atempado, como parece provar a poesia As férias, escrita em 1819. Enquanto dirigente estudantil e orador defende o vintismo com ardor escrevendo um Hino Patriótico recitado no Teatro de São João.

Em 1821 conclui o curso em Coimbra, onde publica o poema libertino O Retrato de Vénus, que lhe vale ser acusado de materialista e ateu, assim como de «abuso da liberdade de imprensa», de que será absolvido em 1822. No fim do ano, em 11 de Novembro, casa com Luísa Midosi.

O golpe militar Vilafrancada, em 1823, acometido por D. Miguel, absolutista, põe fim à primeira experiência liberal em Portugal, e leva Garrett para o exílio. Estabelece-se em Março de 1824 no Havre, cidade portuária francesa na foz do Sena.

Tem uma vida de escrita (nomeadamente, na publicação d' O Português, diário político, literário e comercial) e política tão activa que vai ser preso, libertado, acabando por voltar ao exílio por motivos políticos.

Garrett conhece bem França, Inglaterra, Bélgica, Dinamarca, o que lhe confere mais conhecimento e maleabilidade cultural e política para continuar a intervir nestas vertentes, envolvendo-se, mais tarde, no Setembrismo, dando origem à sua carreira parlamentar. Em 28 de Setembro de 1836 é incumbido de apresentar uma proposta para o teatro nacional, o que faz propondo a organização de uma Inspecção-Geral dos Teatros, a edificação do Teatro D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática. Os anos de 1837 e 1838, são preenchidos nas discussões políticas que levarão à aprovação da Constituição de 1838, e na renovação do teatro nacional.


Em 20 de Dezembro é nomeado cronista-mor do Reino, organizando logo no princípio de 1839 um curso de leituras públicas de História. No ano seguinte, o curso versa a «história política, literária e científica de Portugal no século XVI».

Em 15 de Julho de 1841 ataca violentamente o ministro António José d'Ávila, num discurso a propósito da Lei da Décima, o que implica a sua passagem para a oposição, e o leva à demissão de todos os seus cargos públicos. Em 1842, opõe-se à restauração da Carta proclamada no Porto por Costa Cabral. Eleito deputado nas eleições para a nova Câmara dos Deputados cartistas, recusa qualquer nomeação para as comissões parlamentares, tal como toda a esquerda parlamentar. No ano seguinte, ataca violentamente o governo cabralista, que compara ao absolutista.

É neste ano de 1843 que começou a publicar, na Revista Universal Lisbonense, as Viagens na Minha Terra, descrevendo a viagem ao vale de Santarém começada em 17 de Julho.

Anteriormente, em 6 de Maio, tinha lido no Conservatório Nacional uma memória em que apresentou a peça de teatro Frei Luís de Sousa, fazendo a primeira leitura do drama.

Continuando a sua oposição ao Cabralismo, participa na Associação Eleitoral, dirigida por Sá da Bandeira, assim como nas eleições de 1845, onde foi um dos 15 membros da minoria da oposição na nova Câmara. Em 17 de Janeiro de 1846, proferiu um discurso em que considerava a minoria como representante da «grande nação dos oprimidos», pedido em 7 de Maio a demissão do governo, e em Junho a convocação de novas Cortes.

Com o despoletar da revolução da Maria da Fonte, e da Guerra Civil da Patuleia, Almeida Garrett que apoia o movimento, tem que passar a andar escondido, reaparecendo em Junho, com a assinatura da Convenção do Gramido.

Com a vitória cartista e o regresso de Costa Cabral ao governo, Almeida Garrett é afastado da vida política, até 1852. Em 1849, passa uma breve temporada em casa de Alexandre Herculano, na Ajuda. Em 1850, subscreve com mais de 50 outras personalidades um Protesto contra a Proposta sobre a Liberdade de Imprensa, mais conhecida por «lei das rolhas». Costa Cabral nomeia-o, em Dezembro, para a comissão do monumento a D. Pedro IV.


Com o fim do Cabralismo e o começo da Regeneração, em 1851, Almeida Garrett é consagrado oficialmente. É nomeado sucessivamente para a redacção das instruções ao projecto da lei eleitoral, como plenipotenciário nas negociações com a Santa Sé, para a comissão de reforma da Academia das Ciências. Em 25 de Junho é agraciado com o título de Visconde, em duas vidas.


Morre devido a um cancro de origem hepática, tendo sido sepultado no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.


C.C.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Bicentenário de Edgar Allan Poe


Edgar Allan Poe (Boston, 19 de Janeiro de 1809 - Baltimore, 7 de Outubro de 1849) foi um escritor, poeta, romancista, crítico literário e editor norte-americano, que ficou sobretudo conhecido pelos seus contos de mistério e terror.
Para quem aprecia histórias de suspense, mistério e terror, aqui vai a sugestão...
Boas Leituras!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

TOP + Leitores 1º Período

1º CICLO
1ºLUGAR
Inês Rodrigues
1º A - Nº 24
9 Livros requisitados

2º CICLO
1º LUGAR

M. Teresa Pandim
6º B - Nº 15
23 Livros requisitados

3º CICLO
1ºLUGAR

Daniela Pereira
9º B - Nº 6
8 Livros requisitados

Atenção: estes alunos devem dirigir-se à biblioteca para receberem o prémio.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A BE no Ensino-Aprendizagem para todos



Manifesto da Biblioteca Escolar IFLA/Unesco - 1999


A biblioteca escolar proporciona informação e ideias fundamentais para sermos bem sucedidos na sociedade actual, baseada na informação e no conhecimento.
A biblioteca escolar desenvolve nos estudantes competências para a aprendizagem ao longo da vida e desenvolve a imaginação, permitindo-lhes tornarem-se cidadãos responsáveis.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Novo Ano


Os desejos de um ano novo próspero são múltiplas vezes ouvidos no início do ano, no entanto, é nosso desejo que haja, efectivamente, paz, amor, esperança e oportunidades para toda a comunidade escolar, em particular, e para o mundo em geral, ao longo de todo o ano e sempre!

Para tal, é necessário que, em comum, estejamos mais alegres para apreendermos o verdadeiro sentido da vida, que tenhamos esperança num mundo melhor, que sejamos mais positivos, pois, na verdade, a felicidade habita ao nosso lado, só não abrimos a janela para a vermos; o sol espreita, por entre as nuvens, mesmo que um espesso nevoeiro teime em nos impedir de o vermos, por isso, o povo tem razão sempre que diz: - querer é poder!

Queiramos nós também um mundo melhor, lutemos para o conseguirmos e, todos juntos, conseguiremos alcançar este objectivo comum, não duvidemos nunca desta verdade!

Um Bom Ano 2009 a todos...

C.C.